"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco a sociedade muda!"
Paulo Freire
Paulo Freire
16 de abril de 2011
Dicas de Leitura
Estava folheando minha revista Nova escola e encontrei este link.
Acessei e achei muito interessante para compor nossas atividades em sala de aula.
Para obter mais informações acesse: http://educarparacrescer.abril.com.br/livros/
Observar, orientar, acolher... APRENDER...
Nossos alunos não são máquinas de aprendizagem!
Junto deles existe coração....
Ao lidar com nossos pequenos, médios ou grandes alunos (idades), devemos ter em mente o grau de desenvolvimento de cada um... Ou seja, o que cada um já sabe, o que cada um tem facilidade e afinidade...
Um boa sondagem resolve em grande parte estas dúvidas.
As salas de aula não são homogêneas, na minha opnião, graças a Deus!
Não vamos forçar nossos alunos ao aprendizado massante.... Este deve ter o prazer em aprender! Sentimento de satisfação, de objetivo atingido, aprendizado efetivado.
Nós professores nos esquecemos disso!
Observar e aprender com nossos alunos é fundamental para um processo de ensino aprendizagem íntegro, limpo, sem stress!
A escola também deveria colaborar nesse papel, mas em sua grande maioria são conteúdistas e se quer prestam atenção em seus alunos.
Mas nós é que estamos no dia a dia da sala de aula.
Nossos alunos, são NOSSOS!!!!!!!
O observar, o acolher e o aprender com nossos alunos são fundamentais. Ensinar com mais amor é o segredo... E FUNCIONA!!!!!!!
13 de março de 2011
Dica Literária
Estava assistindo ontem o programa na rede cultura - Q Sempre um Papo, e eis que me deparei com a atriz Denise Fraga contando sobre o livro que havia escrito, Travessuras de Mãe. Adorei seus comentários, porém ainda não li o livro, mas de acordo com sua entrevista e os trechos do livro exibidos no programa, achei bárbaro, pois fala sobre a sua vivência como mãe, ajudando a outras mães a criar seus filhos.
No livro, a autora consegue misturar delicadeza, dúvidas, bom humor, vontade de acertar, otimismo e muito amor em um texto sobre o prazer e, muitas vezes, a completa loucura que é criar e educar os filhos. Tudo isso só foi possível porque Denise Fraga viveu na prática todos esses sentimentos diariamente.
Nas 72 crônicas deste livro, a autora nos faz rir, chorar, refletir. Com ela temos a certeza que ser mãe é realmente uma aventura, e das mais maravilhosas.
Nas 72 crônicas deste livro, a autora nos faz rir, chorar, refletir. Com ela temos a certeza que ser mãe é realmente uma aventura, e das mais maravilhosas.
Um bom livro, uma ótima e divertida experiência de educar seus filhos.
Podemos também utilizar as dicas de uma poderosa mãe para nosso dia a dia de sala de aula...
Autora: Denise Fraga
Editora: Globo
7 de março de 2011
Castelo Rá Tim Bum: Trem de Ferro - Manuel Bandeira
Usei este vídeo para trabalhar o poema Trem de Ferro , do Manuel Bandeira...
È declamado ao percurso e som do trem...
Ficou muito mais fácil para as crianças entenderem a sonoridade do poema...
Neste link vocês encontram muito mais poemas declamados para facilitar o trabalho com nossas crianças!
È declamado ao percurso e som do trem...
Ficou muito mais fácil para as crianças entenderem a sonoridade do poema...
Neste link vocês encontram muito mais poemas declamados para facilitar o trabalho com nossas crianças!
Dica Literária
As crianças índigo estão chegando. Preparadas na espiritualidade, estão nascendo por toda parte. Sua missão é ajudar a construir um mundo novo. Questionadoras, percebem as verdadeiras intenções e as fraquezas dos adultos e os enfrentam de igual para igual, sem temer rejeições. Neste livro traduzido para vários idiomas, best-seller nos Estados Unidos ? Pais, educadores e psicólogos encontram tudo o que precisam saber para identificar e entender as crianças índigo e para conviver com os futuros líderes de um mundo em transformação.
6 de março de 2011
Voltamos.....
Olá Pessoal...
Depois de longas e merecidas férias voltamos para contemplar as delícias de educar e ser educador....
Planejamos, começamos um novo ano com muitas novidades....
Mãos a obra!!!!!!
Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo?
1. O que é Deficiência Intelectual ou atraso cognitivo?
Deficiência intelectual ou atraso cognitivo é um termo que se usa quando uma pessoa apresenta certas limitações no seu funcionamento mental e no desempenho de tarefas como as de comunicação, cuidado pessoal e de relacionamento social.
Estas limitações provocam uma maior lentidão na aprendizagem e no desenvolvimento dessas pessoas.
As crianças com atraso cognitivo podem precisar de mais tempo para aprender a falar, a caminhar e a aprender as competências necessárias para cuidar de si, tal como vestir-se ou comer com autonomia. É natural que enfrentem dificuldades na escola. No entanto aprenderão, mas necessitarão de mais tempo. É possível que algumas crianças não consigam aprender algumas coisas como qualquer pessoa que também não consegue aprender tudo.2. Quais são as causas da Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo?
Os investigadores encontraram muitas causas da deficiência intelectual, as mais comuns são:
Condições genéticas: Por vezes, o atraso mental é causado por genes anormais herdados dos pais, por erros ou acidentes produzidos na altura em que os genes se combinam uns com os outros, ou ainda por outras razões de natureza genética. Alguns exemplos de condições genéticas propiciadoras do desenvolvimento de uma deficiência intelectual incluem a síndrome de Down ou a fenilcetonúria.
Problemas durante a gravidez: O atraso cognitivo pode resultar de um desenvolvimento inapropriado do embrião ou do feto durante a gravidez. Por exemplo, pode acontecer que, a quando da divisão das células, surjam problemas que afetem o desenvolvimento da criança. Uma mulher alcoólica ou que contraia uma infecção durante a gravidez, como a rubéola, por exemplo, pode também ter uma criança com problemas de desenvolvimento mental.
Problemas ao nascer: Se o bebê tem problemas durante o parto, como, por exemplo, se não recebe oxigênio suficiente, pode também acontecer que venha a ter problemas de desenvolvimento mental.
Problemas de saúde: Algumas doenças, como o sarampo ou a meningite podem estar na origem de uma deficiência mental, sobretudo se não forem tomados todos os cuidados de saúde necessários. A mal nutrição extrema ou a exposição a venenos como o mercúrio ou o chumbo podem também originar problemas graves para o desenvolvimento mental das crianças.
Nenhuma destas causas produz, por si só, uma deficiência intelectual. No entanto, constituem riscos, uns mais sérios outros menos, que convém evitar tanto quanto possível. Por exemplo, uma doença como a meningite não provoca forçosamente um atraso intelectual; o consumo excessivo de álcool durante a gravidez também não; todavia, constituem riscos demasiados graves para que não se procure todos os cuidados de saúde necessários para combater a doença, ou para que não se evite o consumo de álcool durante a gravidez.
O atraso cognitivo não é uma doença mental (sofrimento psíquico), como a depressão, esquizofrenia, por exemplo. Não sendo uma doença, também não faz sentido procurar ou esperar uma cura para a deficiência intelectual.
A grande maioria das crianças com deficiência intelectual consegue aprender a fazer muitas coisas úteis para a sua família, escola, sociedade e todas elas aprendem algo para sua utilidade e bem-estar da comunidade em que vivem. Para isso precisam, em regra, de mais tempo e de apoios para lograrem sucesso.3. Como se diagnostica a Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo?
A deficiência intelectual ou atraso cognitivo diagnostica-se, observando duas coisas:
A capacidade do cérebro da pessoa para aprender, pensar, resolver problemas, encontrar um sentido do mundo, uma inteligência do mundo que as rodeia (a esta capacidade chama-se funcionamento cognitivo ou funcionamento intelectual)
A competência necessária para viver com autonomia e independência na comunidade em que se insere (a esta competência também se chama comportamento adaptativo ou funcionamento adaptativo).
Enquanto o diagnóstico do funcionamento cognitivo é normalmente realizado por técnicos devidamente habilitados (psicólogos, neurologistas, fonoaudiólogos, etc.), já o funcionamento adaptativo deve ser objeto de observação e análise por parte da família, dos pais e dos educadores que convivem com a criança.
Para obter dados a respeito do comportamento adaptativo deve procurar saber-se o que a criança consegue fazer em comparação com crianças da mesma idade cronológica.
Certas competências são muito importantes para a organização desse comportamento adaptativo:
As competências de vida diária, como vestir-se, tomar banho, comer.
As competências de comunicação, como compreender o que se diz e saber responder.
As competências sociais com os colegas, com os membros da família e com outros adultos e crianças.
Para diagnosticar a Deficiência Intelectual, os profissionais estudam as capacidades mentais da pessoa e as suas competências adaptativas. Estes dois aspectos fazem parte da definição de atraso cognitivo comum à maior parte dos cientistas que se dedicam ao estudo da deficiência intelectual.4. Qual é a freqüência da Deficiência Intelectual?
A maior parte dos estudos aponta para uma freqüência de 2% a 3% sobre as crianças com mais de 6 anos. Não é a mesma coisa determinar essa freqüência em crianças mais novas ou em adultos. A Administração dos EUA considera o valor de 3% para efeitos de planificação dos apoios a conceder a alunos com atraso cognitivo. Esta percentagem é um valor de referência que merece bastante credibilidade. Mas não é mais do que um valor de referência.5. Orientação aos Pais:
Procure saber mais sobre deficiência intelectual: outros pais, professores e técnicos poderão ajudar.
Incentive o seu filho a ser independente: por exemplo, ajude-o a aprender competências de vida diária, tais como: vestir-se, comer sozinho, tomar banho, arrumar-se para sair.
Atribua-lhe tarefas próprias e de responsabilidade. Tenha sempre em mente a sua idade real, a sua capacidade para manter-se atento e as suas competências. Divida as tarefas em passos pequenos. Por exemplo, se a tarefa do seu filho é a de pôr a mesa, peça-lhe primeiro que escolha o número apropriado de guardanapos; depois, peça-lhe que coloque cada guardanapo no lugar de cada membro da família. Se for necessário, ajude-o em cada passo da tarefa. Nunca o abandone numa situação em que não seja capaz de realizar com sucesso. Se ele não conseguir, demonstre como deve ser.
Elogie o seu filho sempre que consiga resolver um problema. Não se esqueça de elogiar também quando o seu filho se limita a observar a forma como se pode resolver a tarefa: ele também realizou algo importante, esteve consigo para que as coisas corram melhor no futuro.
Procure saber quais são as competências que o seu filho está aprendendo na escola. Encontre formas de aplicar essas competências em casa. Por exemplo, se o professor lhe está ensinando a usar o dinheiro, leve o seu filho ao supermercado. Ajude-o a reconhecer o dinheiro necessário para pagar as compras. Explique e demonstre sempre como se faz, mesmo que a criança pareça não perceber. Não desista, nem deixe nunca o seu filho numa situação de insucesso, se puder evitar.
Procure oportunidades na sua comunidade para que ele possa participar em atividades sociais, por exemplo: escoteiros, os clubes, atividades de desporto. Isso o ajudará a desenvolver competências sociais e a divertir-se.
Fale com outros pais que tenham filhos com deficiência intelectual: os pais podem partilhar conselhos práticos e apoio emocional.
Não falte às reuniões de escola, em que os professores vão elaborar um plano para responder melhor às necessidades do seu filho. Se a escola não se lembrar de convidar os pais, mostre a sua vontade em participar na resolução dos problemas. Não desista nunca de oferecer ajuda aos professores para que conheçam melhor o seu filho. Pergunte também aos professores como é que pode apoiar a aprendizagem escolar do seu filho em casa.6. Orientação aos Professores:
Aprenda tudo o que puder sobre deficiência intelectual. Procure quem possa aconselhar na busca de bibliografia adequada ou utilize bibliotecas, internet, etc.
Reconheça que o seu empenho pode fazer uma grande diferença na vida de um aluno com deficiência ou sem deficiência. Procure saber quais são as potencialidades e interesses do aluno e concentre todos os seus esforços no seu desenvolvimento. Proporcione oportunidades de sucesso.
Participe ativamente na elaboração do Plano Individual de Ensino do aluno e Plano Educativo.
Deficiência intelectual ou atraso cognitivo é um termo que se usa quando uma pessoa apresenta certas limitações no seu funcionamento mental e no desempenho de tarefas como as de comunicação, cuidado pessoal e de relacionamento social.
Estas limitações provocam uma maior lentidão na aprendizagem e no desenvolvimento dessas pessoas.
As crianças com atraso cognitivo podem precisar de mais tempo para aprender a falar, a caminhar e a aprender as competências necessárias para cuidar de si, tal como vestir-se ou comer com autonomia. É natural que enfrentem dificuldades na escola. No entanto aprenderão, mas necessitarão de mais tempo. É possível que algumas crianças não consigam aprender algumas coisas como qualquer pessoa que também não consegue aprender tudo.2. Quais são as causas da Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo?
Os investigadores encontraram muitas causas da deficiência intelectual, as mais comuns são:
Condições genéticas: Por vezes, o atraso mental é causado por genes anormais herdados dos pais, por erros ou acidentes produzidos na altura em que os genes se combinam uns com os outros, ou ainda por outras razões de natureza genética. Alguns exemplos de condições genéticas propiciadoras do desenvolvimento de uma deficiência intelectual incluem a síndrome de Down ou a fenilcetonúria.
Problemas durante a gravidez: O atraso cognitivo pode resultar de um desenvolvimento inapropriado do embrião ou do feto durante a gravidez. Por exemplo, pode acontecer que, a quando da divisão das células, surjam problemas que afetem o desenvolvimento da criança. Uma mulher alcoólica ou que contraia uma infecção durante a gravidez, como a rubéola, por exemplo, pode também ter uma criança com problemas de desenvolvimento mental.
Problemas ao nascer: Se o bebê tem problemas durante o parto, como, por exemplo, se não recebe oxigênio suficiente, pode também acontecer que venha a ter problemas de desenvolvimento mental.
Problemas de saúde: Algumas doenças, como o sarampo ou a meningite podem estar na origem de uma deficiência mental, sobretudo se não forem tomados todos os cuidados de saúde necessários. A mal nutrição extrema ou a exposição a venenos como o mercúrio ou o chumbo podem também originar problemas graves para o desenvolvimento mental das crianças.
Nenhuma destas causas produz, por si só, uma deficiência intelectual. No entanto, constituem riscos, uns mais sérios outros menos, que convém evitar tanto quanto possível. Por exemplo, uma doença como a meningite não provoca forçosamente um atraso intelectual; o consumo excessivo de álcool durante a gravidez também não; todavia, constituem riscos demasiados graves para que não se procure todos os cuidados de saúde necessários para combater a doença, ou para que não se evite o consumo de álcool durante a gravidez.
O atraso cognitivo não é uma doença mental (sofrimento psíquico), como a depressão, esquizofrenia, por exemplo. Não sendo uma doença, também não faz sentido procurar ou esperar uma cura para a deficiência intelectual.
A grande maioria das crianças com deficiência intelectual consegue aprender a fazer muitas coisas úteis para a sua família, escola, sociedade e todas elas aprendem algo para sua utilidade e bem-estar da comunidade em que vivem. Para isso precisam, em regra, de mais tempo e de apoios para lograrem sucesso.3. Como se diagnostica a Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo?
A deficiência intelectual ou atraso cognitivo diagnostica-se, observando duas coisas:
A capacidade do cérebro da pessoa para aprender, pensar, resolver problemas, encontrar um sentido do mundo, uma inteligência do mundo que as rodeia (a esta capacidade chama-se funcionamento cognitivo ou funcionamento intelectual)
A competência necessária para viver com autonomia e independência na comunidade em que se insere (a esta competência também se chama comportamento adaptativo ou funcionamento adaptativo).
Enquanto o diagnóstico do funcionamento cognitivo é normalmente realizado por técnicos devidamente habilitados (psicólogos, neurologistas, fonoaudiólogos, etc.), já o funcionamento adaptativo deve ser objeto de observação e análise por parte da família, dos pais e dos educadores que convivem com a criança.
Para obter dados a respeito do comportamento adaptativo deve procurar saber-se o que a criança consegue fazer em comparação com crianças da mesma idade cronológica.
Certas competências são muito importantes para a organização desse comportamento adaptativo:
As competências de vida diária, como vestir-se, tomar banho, comer.
As competências de comunicação, como compreender o que se diz e saber responder.
As competências sociais com os colegas, com os membros da família e com outros adultos e crianças.
Para diagnosticar a Deficiência Intelectual, os profissionais estudam as capacidades mentais da pessoa e as suas competências adaptativas. Estes dois aspectos fazem parte da definição de atraso cognitivo comum à maior parte dos cientistas que se dedicam ao estudo da deficiência intelectual.4. Qual é a freqüência da Deficiência Intelectual?
A maior parte dos estudos aponta para uma freqüência de 2% a 3% sobre as crianças com mais de 6 anos. Não é a mesma coisa determinar essa freqüência em crianças mais novas ou em adultos. A Administração dos EUA considera o valor de 3% para efeitos de planificação dos apoios a conceder a alunos com atraso cognitivo. Esta percentagem é um valor de referência que merece bastante credibilidade. Mas não é mais do que um valor de referência.5. Orientação aos Pais:
Procure saber mais sobre deficiência intelectual: outros pais, professores e técnicos poderão ajudar.
Incentive o seu filho a ser independente: por exemplo, ajude-o a aprender competências de vida diária, tais como: vestir-se, comer sozinho, tomar banho, arrumar-se para sair.
Atribua-lhe tarefas próprias e de responsabilidade. Tenha sempre em mente a sua idade real, a sua capacidade para manter-se atento e as suas competências. Divida as tarefas em passos pequenos. Por exemplo, se a tarefa do seu filho é a de pôr a mesa, peça-lhe primeiro que escolha o número apropriado de guardanapos; depois, peça-lhe que coloque cada guardanapo no lugar de cada membro da família. Se for necessário, ajude-o em cada passo da tarefa. Nunca o abandone numa situação em que não seja capaz de realizar com sucesso. Se ele não conseguir, demonstre como deve ser.
Elogie o seu filho sempre que consiga resolver um problema. Não se esqueça de elogiar também quando o seu filho se limita a observar a forma como se pode resolver a tarefa: ele também realizou algo importante, esteve consigo para que as coisas corram melhor no futuro.
Procure saber quais são as competências que o seu filho está aprendendo na escola. Encontre formas de aplicar essas competências em casa. Por exemplo, se o professor lhe está ensinando a usar o dinheiro, leve o seu filho ao supermercado. Ajude-o a reconhecer o dinheiro necessário para pagar as compras. Explique e demonstre sempre como se faz, mesmo que a criança pareça não perceber. Não desista, nem deixe nunca o seu filho numa situação de insucesso, se puder evitar.
Procure oportunidades na sua comunidade para que ele possa participar em atividades sociais, por exemplo: escoteiros, os clubes, atividades de desporto. Isso o ajudará a desenvolver competências sociais e a divertir-se.
Fale com outros pais que tenham filhos com deficiência intelectual: os pais podem partilhar conselhos práticos e apoio emocional.
Não falte às reuniões de escola, em que os professores vão elaborar um plano para responder melhor às necessidades do seu filho. Se a escola não se lembrar de convidar os pais, mostre a sua vontade em participar na resolução dos problemas. Não desista nunca de oferecer ajuda aos professores para que conheçam melhor o seu filho. Pergunte também aos professores como é que pode apoiar a aprendizagem escolar do seu filho em casa.6. Orientação aos Professores:
Aprenda tudo o que puder sobre deficiência intelectual. Procure quem possa aconselhar na busca de bibliografia adequada ou utilize bibliotecas, internet, etc.
Reconheça que o seu empenho pode fazer uma grande diferença na vida de um aluno com deficiência ou sem deficiência. Procure saber quais são as potencialidades e interesses do aluno e concentre todos os seus esforços no seu desenvolvimento. Proporcione oportunidades de sucesso.
Participe ativamente na elaboração do Plano Individual de Ensino do aluno e Plano Educativo.
Seja tão concreto quanto possível para tornar a aprendizagem vivenciada. Demonstre o que pretende dizer. Não se limite a dar instruções verbais. Algumas instruções verbais devem ser acompanhadas de uma imagem de suporte, desenhos, cartazes. Mas também não se limite a apoiar as mensagens verbais com imagens. Sempre que necessário e possível, proporcione ao aluno materiais e experiências práticas e oportunidade de experimentar as coisas.
Divida as tarefas novas em passos pequenos. Demonstre como se realiza cada um desses passos. Proporcione ajuda, na justa medida da necessidade do aluno. Não deixe que o aluno abandone a tarefa numa situação de insucesso. Se for necessário, solicite ao aluno que seja ele a ajudar o professor a resolver o problema. Partilhe com o aluno o prazer de encontrar uma solução.
Acompanhe a realização de cada passo de uma tarefa com comentários imediatos e úteis para o prosseguimento da atividade.
Desenvolva no aluno competências de vida diária, competências sociais e de exploração e consciência do mundo envolvente. Incentive o aluno a participar em atividades de grupo e nas organizações da escola.
Trabalhe com os pais para elaborar e levar a cabo um plano educativo que respeite as necessidades do aluno. Partilhe regularmente informações sobre a situação do aluno na escola e em casa.7. Que expectativas de futuro têm as crianças com Deficiência Intelectual?
Sabemos atualmente que 87% das crianças com deficiência intelectual só serão um pouco mais lentas do que a maioria das outras crianças na aprendizagem e aquisição de novas competências. Muitas vezes é mesmo difícil distingui-las de outras crianças com problemas de aprendizagem sem deficiência intelectual, sobretudo nos primeiros anos de escola. O que distingue umas das outras é o fato de que o deficiente intelectual não deixa de realizar e consolidar aprendizagens, mesmo quando ainda não possui as competências adequadas para integrá-las harmoniosamente no conjunto dos seus conhecimentos. Daqui resulta não um atraso simples que o tempo e a experiência ajudarão a compensar, mas um processo diferente de compreender o mundo. Essa diferente compreensão do mundo não deixa, por isso, de ser inteligente e mesmo muito adequada à resolução de inúmeros problemas do quotidiano. È possível que as suas limitações não sejam muito visíveis nos primeiros anos da infância. Mais tarde, na vida adulta, pode também acontecer que consigam levar uma vida bastante independente e responsável. Na verdade, as limitações serão visíveis em função das tarefas que lhes sejam pedidas.
Os restantes 13% terão muito mais dificuldades na escola, na sua vida familiar e comunitária. Uma pessoa com atraso mais severo necessitará de um apoio mais intensivo durante toda a sua vida.
Todas as pessoas com deficiência intelectual são capazes de crescer, aprender e desenvolver-se. Com a ajuda adequada, todas as crianças com deficiência intelectual podem viver de forma satisfatória a sua vida adulta.8. Que expectativas de futuro têm as crianças com Deficiência Intelectual na Escola?
Uma criança com deficiência intelectual pode obter resultados escolares muito interessantes. Mas nem sempre a adequação do currículo funcional ou individual às necessidades da criança exige meios adicionais muito distintos dos que devem ser providenciados a todos os alunos, sem exceção.
Antes de ir para a escola e até ao três anos, a criança deve beneficiar de um sistema de intervenção precoce. Os educadores e outros técnicos do serviço de intervenção precoce devem pôr em prática um Plano Individual de Apoio à Família.
Este plano define as necessidades individuais e únicas da criança. Define também o tipo de apoio para responder a essas necessidades. Por outro lado, enquadra as necessidades da criança nas necessidades individuais e únicas da família, para que os pais e outros elementos da família saibam como ajudar a criança.
Quando a criança ingressa na Educação Infantil e depois no Ensino Fundamental, os educadores em parceria com a família devem por em prática um programa educativo que responda às necessidades individuais e únicas da criança. Este programa é em tudo idêntico ao anterior, só que ajustado à idade da criança e à sua inclusão no meio escolar. Define as necessidades do aluno e os tipos de apoio escolar e extra-escolar.
A maior parte dos alunos necessita de apoio para o desenvolvimento de competências adaptativas, necessárias para viver, trabalhar e divertir-se na comunidade.
Algumas destas competências incluem:
A comunicação com as outras pessoas.
Satisfazer necessidades pessoais (vestir-se, tomar banho).
Participar na vida familiar (pôr a mesa, limpar o pó, cozinhar).
Competências sociais (conhecer as regras de conversação, portar-se bem em grupo, jogar e divertir-se).
Saúde e segurança.
Leitura, escrita e matemática básica; e à medida que vão crescendo, competências que ajudarão a crianças na transição para a vida adulta.
Fonte: Marina da Silveira Rodrigues Almeida
Consultora em Educação Inclusiva
Psicóloga e Pedagoga especialista
Instituto Inclusão Brasilinclusao.brasil@iron.com.br
Divida as tarefas novas em passos pequenos. Demonstre como se realiza cada um desses passos. Proporcione ajuda, na justa medida da necessidade do aluno. Não deixe que o aluno abandone a tarefa numa situação de insucesso. Se for necessário, solicite ao aluno que seja ele a ajudar o professor a resolver o problema. Partilhe com o aluno o prazer de encontrar uma solução.
Acompanhe a realização de cada passo de uma tarefa com comentários imediatos e úteis para o prosseguimento da atividade.
Desenvolva no aluno competências de vida diária, competências sociais e de exploração e consciência do mundo envolvente. Incentive o aluno a participar em atividades de grupo e nas organizações da escola.
Trabalhe com os pais para elaborar e levar a cabo um plano educativo que respeite as necessidades do aluno. Partilhe regularmente informações sobre a situação do aluno na escola e em casa.7. Que expectativas de futuro têm as crianças com Deficiência Intelectual?
Sabemos atualmente que 87% das crianças com deficiência intelectual só serão um pouco mais lentas do que a maioria das outras crianças na aprendizagem e aquisição de novas competências. Muitas vezes é mesmo difícil distingui-las de outras crianças com problemas de aprendizagem sem deficiência intelectual, sobretudo nos primeiros anos de escola. O que distingue umas das outras é o fato de que o deficiente intelectual não deixa de realizar e consolidar aprendizagens, mesmo quando ainda não possui as competências adequadas para integrá-las harmoniosamente no conjunto dos seus conhecimentos. Daqui resulta não um atraso simples que o tempo e a experiência ajudarão a compensar, mas um processo diferente de compreender o mundo. Essa diferente compreensão do mundo não deixa, por isso, de ser inteligente e mesmo muito adequada à resolução de inúmeros problemas do quotidiano. È possível que as suas limitações não sejam muito visíveis nos primeiros anos da infância. Mais tarde, na vida adulta, pode também acontecer que consigam levar uma vida bastante independente e responsável. Na verdade, as limitações serão visíveis em função das tarefas que lhes sejam pedidas.
Os restantes 13% terão muito mais dificuldades na escola, na sua vida familiar e comunitária. Uma pessoa com atraso mais severo necessitará de um apoio mais intensivo durante toda a sua vida.
Todas as pessoas com deficiência intelectual são capazes de crescer, aprender e desenvolver-se. Com a ajuda adequada, todas as crianças com deficiência intelectual podem viver de forma satisfatória a sua vida adulta.8. Que expectativas de futuro têm as crianças com Deficiência Intelectual na Escola?
Uma criança com deficiência intelectual pode obter resultados escolares muito interessantes. Mas nem sempre a adequação do currículo funcional ou individual às necessidades da criança exige meios adicionais muito distintos dos que devem ser providenciados a todos os alunos, sem exceção.
Antes de ir para a escola e até ao três anos, a criança deve beneficiar de um sistema de intervenção precoce. Os educadores e outros técnicos do serviço de intervenção precoce devem pôr em prática um Plano Individual de Apoio à Família.
Este plano define as necessidades individuais e únicas da criança. Define também o tipo de apoio para responder a essas necessidades. Por outro lado, enquadra as necessidades da criança nas necessidades individuais e únicas da família, para que os pais e outros elementos da família saibam como ajudar a criança.
Quando a criança ingressa na Educação Infantil e depois no Ensino Fundamental, os educadores em parceria com a família devem por em prática um programa educativo que responda às necessidades individuais e únicas da criança. Este programa é em tudo idêntico ao anterior, só que ajustado à idade da criança e à sua inclusão no meio escolar. Define as necessidades do aluno e os tipos de apoio escolar e extra-escolar.
A maior parte dos alunos necessita de apoio para o desenvolvimento de competências adaptativas, necessárias para viver, trabalhar e divertir-se na comunidade.
Algumas destas competências incluem:
A comunicação com as outras pessoas.
Satisfazer necessidades pessoais (vestir-se, tomar banho).
Participar na vida familiar (pôr a mesa, limpar o pó, cozinhar).
Competências sociais (conhecer as regras de conversação, portar-se bem em grupo, jogar e divertir-se).
Saúde e segurança.
Leitura, escrita e matemática básica; e à medida que vão crescendo, competências que ajudarão a crianças na transição para a vida adulta.
Fonte: Marina da Silveira Rodrigues Almeida
Consultora em Educação Inclusiva
Psicóloga e Pedagoga especialista
Instituto Inclusão Brasilinclusao.brasil@iron.com.br
4 de janeiro de 2011
Feliz Ano Novo!!!!!!!!!
Para você ganhar belíssimo Ano Novo...
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas
em parvamente acreditar que por decreto da esperança
a partir de Janeiro as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem que merecê-lo, tem de fazê-lo novo.
sei que não é fácil mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
Um maravilhoso Ano Novo para você!
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas
em parvamente acreditar que por decreto da esperança
a partir de Janeiro as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem que merecê-lo, tem de fazê-lo novo.
sei que não é fácil mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
Um maravilhoso Ano Novo para você!
Carlos Drumond de Andrade
Neste mês estaremos de férias, para recompor as energias e começar tudo de novo!
Voltaremos com mais idéias para compartilhar e desenvolver junto com vocês!
Até a volta!!!!!!!!!
16 de dezembro de 2010
15 de novembro de 2010
Síndrome TANV
Ana Sílvia Figueiral
Psicopedagoga clínica e professora. Graduada em Filosofia com pós-graduação em Semiótica. Especializada nos Problemas de Aprendizagem (Dificuldades e Transtornos). Especialista na avaliação e no mapeamento da aprendizagem de crianças, adolescentes, adultos e idosos. Terapeuta cognitiva. Consultora nos casos de inclusão. Conferencista e articulista. Coordenadora do Projeto Protanv (Transtorno da Aprendizagem Não Verbal), em São Paulo, capital.
Não mencionado nos manuais internacionais classificatórios de doenças (CID e DSM) e muito discutido na sua existência como uma categoria independente, o TANV vem sendo estudado pelo psicólogo canadense Byron Rourke, tendo sido o termo “Distúrbios não-verbais de aprendizagem” apresentado inicialmente por Johnson e Myklebust, em 1967.
Trata-se de um perfil neuropsicológico que afeta crianças em seu curso de desenvolvimento, tanto acadêmico quanto emocional e social (Martin, 2007). Do ponto de vista acadêmico, os portadores do TANV apresentam dificuldades na compreensão da leitura, nos conceitos matemáticos, na resolução de problemas, na teoria e nos conceitos científicos. Têm ótimos recursos verbais e de memória auditiva. Alguns são leitores fluentes e dominam um extenso vocabulário.
Revelam prejuízos nas funções motoras e na percepção visoespacial. Apesar de haver motivação para a interação social, os portadores apresentam comprometimento das habilidades básicas necessárias para sustentação das relações interpessoais e são muito dependentes nas atividades do dia a dia.
Os portadores do TANV apresentam um conjunto de características que determinam diferentes combinações e graus de severidade do problema. No entanto, é no ambiente escolar que eles experimentam seus maiores desafios e fracassos. Não é incomum o desejo de mudar de escola e até mesmo de abandonar os estudos, sobretudo na etapa do Ensino Fundamental II. Nesta fase, as dificuldades psicossociais ficam acentuadas assim como os problemas no aprendizado, em função da abordagem de conteúdos mais abstratos, da maior exigência na contextualização e na transferência do aprendizado.
Significado sócio econômico das Dificuldades Escolares
As Dificuldades e os Transtornos de Aprendizagem (Problemas de Aprendizagem) fazem parte de um conjunto de situações que afligem a saúde mental das crianças e consequentemente da família, preocupando os professores. Quando não diagnosticados e não tratados de forma eficiente são um dos principais motivos para a defasagem escolar e para as contínuas reprovações, culminando no abandono da vida acadêmica.
Indigentes do sistema escolar, estes alunos têm maior probabilidade de adesão às drogas, ao uso da violência, maior exposição a riscos de acidentes, gravidez precoce e envolvimentos marginais.
No que tange ao TANV, em função da falta de malícia, os portadores podem se envolver em situações de risco e sendo eleitos como bode expiatório por seus pares. Não raramente, experimentam quadro de depressão.
Nos dias atuais, um só especialista não consegue encarar os fenômenos relativos ao insucesso na vida escolar sem a parceria com as forças sociais, a própria escola, o professorado e a família. A somatória dos conhecimentos e da reflexão sobre as ocorrências permitem a todos que atuem de forma efetiva, favorecendo a qualificação do aluno e evitando o abandono escolar.
Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), um dólar investido na educação infantil gera economia de sete dólares em assistência social, atendimento a doenças mentais, manutenção de sistemas prisionais, repetência e evasão escolar, e de quinze dólares “per capita” em doenças que continuam se manifestando na idade adulta, como depressões e abuso de drogas, entre outras (Figueiró, 2009)
Acesso ao PROTANV
www.protanv.com.br
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BLOG: http://protanv.wordpress.com
Psicopedagoga clínica e professora. Graduada em Filosofia com pós-graduação em Semiótica. Especializada nos Problemas de Aprendizagem (Dificuldades e Transtornos). Especialista na avaliação e no mapeamento da aprendizagem de crianças, adolescentes, adultos e idosos. Terapeuta cognitiva. Consultora nos casos de inclusão. Conferencista e articulista. Coordenadora do Projeto Protanv (Transtorno da Aprendizagem Não Verbal), em São Paulo, capital.
Não mencionado nos manuais internacionais classificatórios de doenças (CID e DSM) e muito discutido na sua existência como uma categoria independente, o TANV vem sendo estudado pelo psicólogo canadense Byron Rourke, tendo sido o termo “Distúrbios não-verbais de aprendizagem” apresentado inicialmente por Johnson e Myklebust, em 1967.
Trata-se de um perfil neuropsicológico que afeta crianças em seu curso de desenvolvimento, tanto acadêmico quanto emocional e social (Martin, 2007). Do ponto de vista acadêmico, os portadores do TANV apresentam dificuldades na compreensão da leitura, nos conceitos matemáticos, na resolução de problemas, na teoria e nos conceitos científicos. Têm ótimos recursos verbais e de memória auditiva. Alguns são leitores fluentes e dominam um extenso vocabulário.
Revelam prejuízos nas funções motoras e na percepção visoespacial. Apesar de haver motivação para a interação social, os portadores apresentam comprometimento das habilidades básicas necessárias para sustentação das relações interpessoais e são muito dependentes nas atividades do dia a dia.
Os portadores do TANV apresentam um conjunto de características que determinam diferentes combinações e graus de severidade do problema. No entanto, é no ambiente escolar que eles experimentam seus maiores desafios e fracassos. Não é incomum o desejo de mudar de escola e até mesmo de abandonar os estudos, sobretudo na etapa do Ensino Fundamental II. Nesta fase, as dificuldades psicossociais ficam acentuadas assim como os problemas no aprendizado, em função da abordagem de conteúdos mais abstratos, da maior exigência na contextualização e na transferência do aprendizado.
Significado sócio econômico das Dificuldades Escolares
As Dificuldades e os Transtornos de Aprendizagem (Problemas de Aprendizagem) fazem parte de um conjunto de situações que afligem a saúde mental das crianças e consequentemente da família, preocupando os professores. Quando não diagnosticados e não tratados de forma eficiente são um dos principais motivos para a defasagem escolar e para as contínuas reprovações, culminando no abandono da vida acadêmica.
Indigentes do sistema escolar, estes alunos têm maior probabilidade de adesão às drogas, ao uso da violência, maior exposição a riscos de acidentes, gravidez precoce e envolvimentos marginais.
No que tange ao TANV, em função da falta de malícia, os portadores podem se envolver em situações de risco e sendo eleitos como bode expiatório por seus pares. Não raramente, experimentam quadro de depressão.
Nos dias atuais, um só especialista não consegue encarar os fenômenos relativos ao insucesso na vida escolar sem a parceria com as forças sociais, a própria escola, o professorado e a família. A somatória dos conhecimentos e da reflexão sobre as ocorrências permitem a todos que atuem de forma efetiva, favorecendo a qualificação do aluno e evitando o abandono escolar.
Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), um dólar investido na educação infantil gera economia de sete dólares em assistência social, atendimento a doenças mentais, manutenção de sistemas prisionais, repetência e evasão escolar, e de quinze dólares “per capita” em doenças que continuam se manifestando na idade adulta, como depressões e abuso de drogas, entre outras (Figueiró, 2009)
Acesso ao PROTANV
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O que é e como lidar com portadores do transtorno da aprendizagem não verbal (TANV)
AH! Já está chegando o Natal!!!!!
É gente... Já está chegando o Natal e com ele os preparativos para esta grande festa...
Com meus alunos, estou fazendo os trabalhinhos, enfeites, cartões, etc..
Este ano, como estou trabalhando o Meio Ambiente, resolvi fazer enfeites de Natal ecológicamente corretos reaproveitando materiais.
Para a porta da minha sala de aula, fizemos uma guirlanda com o fundo da garrafa PET.
Para a árvore de Natal da escola, fizemos mini guirlandas com tampinhas de pote de gelatina, botões velhos, miçangas, restos de lantejoulas e EVA.. Ficaram lindas...
As crianças usaram e abusaram da criatividade...
E assim, reaproveitando materiais, fizemos os enfeites de Natal ecologicamente corretos, e preservando o Meio Ambiente.
31 de outubro de 2010
9 de outubro de 2010
Dia das crianças
Gente...
Em inúmeras pesquisas do que presentear meus alunos no dia das Crianças, resolvi fazer um joguinho muito conhecido de todos nós... As Cinco Marias...
Existem outro nomes, porém aqui em São Paulo é muito conhceido com este nome.
Pedi para que minha mãe confeccionasse os saquinhos, costurados a mão mesmo... para dar um toque artesanal. Dentro, enchemos com feijão... Para embalar, como estamos em ano de Biodiversidade, fiz embalagens de garrafa pet para colocá-los dentro e entregá-los as crianças.
Também resgatei algumas maneiras de jogar, como manual de instruções e imprimi para as crianças.
Ficou show de Bola!
As crianças se divertirão e ao mesmo tempo, trabalharão a coordenação motora, quantidades, cores, etc...
Abaixo segue as instruções de como fizemos o jogo...
Material
Retângulos de tecido
- Agulha
- Linha
- Tesoura
- Arroz, areia ou feijão
Modo de fazer
- Recorte cinco retângulos de tecido, se possível de cores diferentes. Cada retângulo deve ter, mais ou menos, 3 centímetros de largura por 4 centímetros de altura.
- Dobre um dos retângulos no meio e costure as laterais, deixando uma entrada aberta.
- Pela abertura, preencha o saquinho com areia, arroz, feijão ou outro tipo de semente ou grão. Ele não deve ficar muito cheio. Costure a abertura.
- Repita a operação com os outros saquinhos
Eles ficaram assim...
A embalagem foi feita de garrafa pet.
Neste link você encontra também, algumas das maneiras para jogar...
criancas.hsw.uol.com.br/cinco-marias.htm
Fonte:criancas.hsw.uol.com.br/cinco-marias.htm
Mãos a Obra!!!!!!!
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