Os acertos, aperfeiçoá-los... Os erros, corrigí-los..

Paulo Freire
26 de dezembro de 2009
Feliz 2010!!!!!!!!!!!!
Os acertos, aperfeiçoá-los... Os erros, corrigí-los..
9 de dezembro de 2009
Retomando...
22 de novembro de 2009
Auto -Avaliação
É muito importante que a criança se avalie e descubra suas habilidades e dificuldades.
Para nós professores, também é muito importante uma auto-avaliação.
"Não interessa o instrumento utilizado. Pode ser prova, chamada oral, trabalho em grupo ou relatório. O importante é ter vontade de mudar e usar os resultados para refletir sobre a prática" Para o educador Celso Vasconcelos, de nada adianta selecionar novos conteúdos ou métodos diferentes de medir o aprendizado se não houver intencionalidade — palavra que ele define, em tom de brincadeira, como "a intenção que vira realidade". "Enquanto as crianças se perguntam o que fazer para recuperar a nota, os professores devem se questionar como recuperar a aprendizagem", aconselha.
Mas por que mudar se tudo está correndo bem?
O professor ensina, a criança presta atenção e faz a prova. Se foi bem, aprendeu. Se foi mal, azar — é preciso seguir com o currículo.
Esse sistema, cristalizado há séculos, deposita nos conteúdos uma importância maior do que eles realmente têm. Até os anos 60, 80% do que se ensinava eram fatos e conceitos. A prova tradicional avaliava bem o nível de memorização das crianças. Hoje, essa cota caiu para 30%. Além de fatos e conceitos, os estudantes devem conhecer procedimentos, desenvolver competências. E a mesma prova escrita continua a ser aplicada...
Antoni Zabala apresenta exemplos bem práticos — e recheados de comparações com fatos do dia-a-dia — para ajudar a desatar esse grande nó. "O professor deve ser um misto de nutricionista e cozinheiro", diz ele. "O primeiro preocupa-se em elaborar refeições saudáveis e o outro quer pratos apetitosos. No planejamento da atividade, devemos agir como nutricionistas, pensando nas competências que a criança deve desenvolver. Na classe, precisamos atuar como cozinheiros, propondo atividades interessantes e que possam ser executadas com prazer."
Portanto, vamos mudar os conceitos de avaliação e nos auto-avaliar também seria uma grande ajuda para reiventarmos e aperfeiçoarmos a nossa prática.
Fonte: Revista Nova Escola
Blog Cantinho da Prô Denise
Atividades e mais atividades
Nas atualizaçãoes dos seguidores do meu blog, encontrei esta idéia genial de árvore de Natal feita de pratos de papel, aqueles de aniversário e papel dobradura. É super fácil...
21 de novembro de 2009
Atividades e mais atividades
Estrela de grãos
Basta recortar os molde da estrela de sua preferência no papelão e acresecentar os diversos grãos a sua escolha.
Fonte: Blog Natalino
Nova Ortografia
Para baixar é só clicar
http://picasaweb.google.com.br/vivian.ferreira35/AcordoOrtograficoTurmaDaMonica?feat=directlink
14 de novembro de 2009
Dica Literária

A educadora Madalena Freire conta o relacionamento entre professores e alunos e como o conhecimento é fruto dessa relação. Nessa experiência, a pedagogia assume uma dimensão criativa e pulsante a ser vivenciada coletivamente, num intercâmbio constante.
Este livro podemos dizer que se encaixa como a Bíblia da Educação...Com sugestões de atividades, mesmo sendo de anos atrás, estão muito atuais. Madalena faz um diário de sua vivência na Escola da Vila em 1982.
Livro: A paixão de Conhece o Mundo
Autor: Madalena Freire
Editora Paz e Terra
A importância da Música na Escola e na Vida...

Antes da criança nascer, ainda no útero da mãe, já demonstra sensibilidade ao ambiente sonoro e responde com movimentos corporais. O ambiente sonoro e a presença da música em diferentes e variadas situações do cotidiano fazem com que bebês e crianças iniciem seu processo de musicalização de forma intuitiva.
Segundo est estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.
Com base nestas pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.
Não é para formar músicos que a Musicalização vem ganhando espaço nas escolas, sendo incluídas até no currículo. A música ajuda a afinar a sensibilidade dos alunos, aumenta a capacidade de concentração, desenvolve o raciocínio lógico-matemático e a memória, além de ser forte desencadeador de emoções.
A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.
Pensando assim, a música não pode estar desconectada do processo de ensino-aprendizagem da escola.
Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.
Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.
Datas Comemorativas do mês de novembro
05 Dia do Cinema Brasileiro
Dia Nacional da Cultura e da Ciência
12 Dia do Diretor de Escola
14 Dia do Bandeirante
Dia Nacional da Alfabetização
15 Dia da Proclamação da República (1889)
Dia do Jornaleiro
Dia do Esporte Amador
17 Dia da Criatividade
19 Dia da Bandeira
Dia Mundial do Xadrez
20 Dia Mundial da Consciência Negra
22 Dia da Música
Dia do Músico
25 Dia Mundial do Doador de Sangue
Dia Internacional Contra a Exploração da Mulher
26 Dia Nacional de Ação de Graças
27 Dia da Infância
29 Dia do Café
30 Dia da Reforma Agrária
Dia do Estatuto da Terra
Dia do Teólogo
* Última quinta-feira do mês é o Dia Nacional de Ação de Graças
8 de novembro de 2009
Atividades e mais atividades

Informando...

Segue link do edital do concurso da Prefeitura de SP para Educação Infantil e Ensino Fundamental I.

28 de outubro de 2009
Dica Literária

Teimosa e cheia de disposição, ela reuniu todas as forças para ensinar àquelas crianças não só matemática, literatura ou ciências, mas princípios como justiça, honestidade, humildade e compaixão.
Enfrentou a violência e seus próprios medos, além da incompetência e da repressão da diretoria.
O resultado foi um extraordinário trabalho de humanização e conquista de dignidade. Aquelas crianças, muitas vezes vítimas de violência doméstica, sofrendo com a falta de dinheiro ou de carinho, jogavam seus problemas na "cesta de problemas" na entrada da sala de aula e se transportavam para um outro mundo, onde havia respeito, divertimento, cultura e amor.
Destaco a máquina do tempo criada por ela, além das atividades de "ensinar às turmas menores" como forma de incentivar seus alunos a estudarem mais.
Este livro é uma lição de vida, não só para educadores, mas para todos aqueles que se preocupam com o futuro da educação, em qualquer lugar do mundo. Temas universais como violência, desrespeito, discriminação, despreparo e justiça são abordados de uma forma autêntica, bem-humorada e profundamente emocionante.
Esmé Raji Codell foi professora de ensino fundamental em Chicago durante cinco anos. Como especialista em literatura infantil, ela dá conferências para vários grupos educacionais americanos, incluindo a Associação Internacional de Leitura, a Associação Americana de Bibliotecas e a Associação de Educação dos Estados Unidos.
Reunião de Pais...

• Perguntem-me o que fiz na escola, encorajando-me para que eu conte algo;
• Mostrem-me um interesse sincero por tudo que eu relatar;
• Não caçoem de meus enganos, valorizem antes os esforços que eu dispendi;
• Falem de minha escola com carinho;
• Digam tudo o que ela precisa saber para compreender-me melhor;
• Não falem de meus problemas na minha frente;
• Não joguem fora meus trabalhinhos, tão importantes para mim;
• Ensinem-me uma freqüência assídua, ajudem-me a chegar pontualmente na escola, mandem justificativa quando eu realmente tiver que faltar;
• Não deixem de ir apanhar-me na hora certa, se eu me sentir abandonado posso ficar com medo de retornar à escola;
• Sempre que possível esteja um de vocês em casa quando eu retornar;
• Dêem-me um lugar para eu guardar meu material e permitam que eu assuma as primeiras responsabilidades;
• Sou uma criança, tratem-me como tal, não sou nem um adulto em miniatura, nem um bebê;
• Não façam comparação entre meu progresso e o do vizinho ou do meu irmão mais velho, ou mesmo com vocês quando tinham a minha idade. Lembrem-se que eu sou um pequeno indivíduo com minhas próprias características;
• Se caso minha professora solicitar opinião ou acompanhamento de um especialista, não reclame, aceitem, porque estou precisando;
• Todo material solicitado visa o meu desenvolvimento global, não é sem utilidade.
“A integração entre a escola e a família é fundamental na construção dos valores necessários para a formação integral da criança.”
Angela Becker”
20 de outubro de 2009
Esse eu indico ... Vídeo
O que achei de mais interessante, foi a capacidade demonstrada pelas crianças, de descobrirem, de inventarem e aprenderem por si só, (nomes aos ícones que não conheciam), além de toda a discussão sobre direito de acesso.
Acessem:
http://www.youtube.com/watch?v=Xx8vCy9eloE
17 de outubro de 2009
Dica Literária
Autor: Ruben Alves
Editora: Versus
Dica Literária

Conversa entre os Pais, Professores e a Escola...

As sugestões a seguir deverão ajudá-lo a cultivar a característica de responsabilidade de seu filho e a evitar problemas com trabalhos escolares que podem ser difíceis de corrigir mais tarde.
1. Anime a aprendizagem e a responsabilidade na idade pré escolar
Escute atentamente a conversa de seu filho. Estimule-o a pensar por si só. Leve seu filho à biblioteca e leia regularmente para ele. Assistam programas educativos juntos, e falem sobre eles. Seja um modelo a ser seguido, que lê, acha a aprendizagem emocionante, gosta de resolver problemas e tentar coisas novas. Peça a seu filho em idade pré escolar para que o ajude com os afazeres (por exemplo, limpar a mesa ou guardar a roupa limpa).
2. Mostre a seu filho que está interessada em seu rendimento escolar.
Pergunte a seu filho como foi o dia na escola. Observe e faça comentários positivos sobre os trabalhos que seu filho traz para casa. Reforce os pontos fortes de seu filho em seu boletim escolar. Manifeste interesse pelos livros que ele está lendo. Ajude-o a freqüentar a escola regularmente; não deixe que ele falte às aulas por doenças de pequena importância. Freqüente as reuniões escolares entre pais e mestres e converse com seu filho sobre elas. Se estiver desanimado, ao invés de transmitir isto a seu filho, programe uma reunião com o professor.
3. Apóie as recomendações da escola
Demonstre respeito tanto pelo sistema escolar quanto pelo professor, pelo menos na presença de seu filho. As acusações verbais contra a escola podem engendrar em seu filho sentimentos contrários à escola e dar a ele um pretexto para não se esforçar. Mesmo quando não estiver de acordo com uma política da escola, deverá estimulá-lo a cumprir as regras da escola, assim como precisará cumprir às regras mais amplas da sociedade.
4. Deixe claro que o trabalho escolar é entre seu filho e seu professor.
Quando seu filho começar a freqüentar a escola, deverá compreender que os deveres de casa, os trabalhos escolares e as notas são questões estritamente entre ele e seus professores, que deverão estabelecer as metas para atingir um melhor aproveitamento escolar. Seu filho deve sentir-se responsável pelo êxito e pelos fracassos na escola. Os pais que se sentem responsáveis pelo aproveitamento escolar de seus filhos abrem a porta para que seu filho passe a responsabilidade disto para os pais.
5. Não se torne responsável pelo dever de casa
O costume de perguntar se tem dever de casa, de ajudá-lo todas as noites, de revisar os deveres terminados ou de ajudá-lo a estudar itens que ele tenha mais dificuldades indicam que você não confia nele. Se fizer o dever de casa de seu filho, ele terá menos confiança em si mesmo. Se seu filho lhe pede ajuda no dever de casa, ajude-o apenas no problema específico, explicando a pergunta e sem dar a resposta. O principal objetivo do dever de casa é ensinar a seu filho como trabalhar por conta própria.
6. Não imponha um tempo para estudar
Marcar um tempo fixo para que seu filho faça os deveres é desnecessário e é percebido como pressão. O mais importante é proporcionar um lugar tranqüilo com uma escrivaninha, uma mesa confortável, e com boa iluminação. Se for o caso, a única regra deverá ser "não assista televisão até terminar os deveres de casa". Aceite a palavra de seu filho de que a tarefa está pronta sem revisá-la. Para os compromissos a longo prazo, ajude seu filho a organizar seu trabalho algumas vezes, se tiver impressão que ele está confuso. Ajude-o a calcular quanto tempo ele acha que vai demorar para terminar o trabalho e redigir uma lista dos dias em que trabalhará no projeto.
7. Solicite ajuda especial para crianças com problemas de aprendizado.
Algumas crianças têm problemas de aprendizado, que interferem com a aquisição de algumas habilidades básicas (por exemplo, a leitura). Neste texto, estamos considerando que seu filho não tem limitações de aprendizado. Se uma criança com uma incapacidade para ler, se atrasa muito na classe, a criança pode perder a confiança em sua capacidade de realizar os trabalhos da escola. Se você tiver preocupações a respeito da capacidade de aprendizado de seu filho, solicite uma reunião com a professora dele e questione a respeito de uma avaliação da equipe de educação especial. Com ajuda adicional, as crianças com limitações de aprendizado podem conservar sua auto-estima e sua sensação de capacidade.
10 de outubro de 2009
Feliz Dia do Professor!!!!!

Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.
19 de setembro de 2009
Datas Comemorativas

06 Dia do Hino Nacional
07 Dia da Proclamação da Independência do Brasil (1822)
21 Início da Primavera
Dia da Árvore
22 Dia da Juventude
25 Dia Nacional do Trânsito
29 Dia do Professor de Educação Física
30 Dia da Secretária
Outubro
03 Dia do Dentista
04 Dia dos Animais
Dia de São Francisco de Assis
04 à 10 Semana de Proteção dos Animais
05 Dia da Ave
06 à 12 Semana da Criança
12 Dia da Criança
Dia do Descobrimento da América (1492)
Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil
15 Dia do Professor
16 Dia Mundial da Alimentação
Dia da Ciência e Tecnologia
18 Dia do Médico
19 à 25 Semana da Nutrição
29 Dia Nacional do Livro
30 Dia das Bruxas
18 de setembro de 2009
Jogos Cooperativos na Educação:

Dentre estas atividades está o Acampadentro...
Passar um final de semana fora de casa é mais que um momento de lazer e diversão.
O Acampadentro é uma atividade em que o aprendizado, como relacionamento humano, convivência, valores morais e sociais, acontecem naturalmente. Os alunos fazem parte de um grande grupo e, são divididos em equipes coloridas comandadas por professores. As atividades básicas, como arrumar a cama, dormir com amigos no mesmo quarto, organizar as roupas, o café da manhã, almoço, lanche e jantar são algumas lições de vida.
Primeiro Dia...
Chegada
Abertura
Lanchinho
Arrumação dos dormitórios
Preparar almoço
Almoçar
Dinâmicas – Brincadeiras Dirigidas – Jogos Cooperativos
Banho
Jantar à Fantasia
Momento Livre - Brincadeiras, Papos...
Chá e bolachas
Preparação para dormir
Silêncio!!!
Outro dia...
Acordar e Arrumar as Mochilas
Café da Manhã
Fim do Acampadentro.
Não Esqueça!
Leve seu Travesseiro, Cobertores e Colchonetes.
Objetos de Higiene Pessoal.
Esta é apenas uma sugestão de roteiro para acampadentro...
Use sua criatividade e mãos a obra...
15 de setembro de 2009
Retomando...

22 de agosto de 2009
Fumar não!!!
11 de agosto de 2009
Quem disse que os bebês não lêem?
Quem disse que os bebês não lêem?

Hoje em dia há uma infinidade de livros para bebês, de todos os tipo e formas, coloridos, grandes e pequenos, com sons e etc. Basta escolher e mãos a obra!!!!
•Cuidado afetivo
•Construção da identidade
•Interação com os livros e através dos livros
•Desenvolver gosto pela leitura
•Desenvolvimento da imaginação
•Acesso às histórias como patrimônio cultural
•Acesso a cultura letrada
DICAS DE LEITURA
Reserve um momento no berçário para os livros. Selecione livros com frases curtas e ilustrações simples. Podem ser de pano, plástico ou de papelão duro. Deixe o bebê segurar o livro e virar as páginas.
Apenas cite o nome das ilustrações, a história vem depois. Pare e converse sobre as figuras, por exemplo, se for um livro de animais, vá descrevendo cada um deles. Mantenha a conversa e use muitas palavras descritivas.
O mais importante de tudo: repita, repita, repita, a criança vai querer ler o mesmo livro muitas e muitas vezes. Quanto mais você repete, tanto mais o cerebrozinho “liga”.
• Qualidade do texto
O texto deve apresentar um bom trabalho de linguagem, coesão interna e organicidade, evite obras, cujo caráter utilitário que enfatize visões diretiva e inquestionável de mundo e de moral.
• Diversidade:
Procure diversificar os temas e linguagens (prosa, poesia, Cartum, livro sem texto, crônicas, conto de fadas).
• Adequação das obras á faixa etária:
Fique atenta ao tratamento gráfico dado a obra (encadernação, tamanho do livro, tipo de letra), a temática e a extensão da narrativa. Com relação á extensão das narrativas, é importante salientar que os livros com texto podem ser breves ou relativamente longos, porém, desde que sempre acessível à criança que ainda não teve oportunidade de maior contato com materiais escritos.
Nesta faixa etária as gravuras é que irão, de inicio, exercer maior atração sobre a criança.
2. Regularidade
É interessante garantir na rotina um momento para leitura ou narração de histórias
Uma música, um local diferente e ambientado. Não precisa sair da sala, mas fazer um cantinho com um tapete diferenciado, dá um grande resultado. Após um período já podemos utilizar outros espaços.
Bibliografia
•FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização: Tradução Hóracio GONZÁLES (et. Al.), 24 ed. Atualizada – São Paulo: Cortez. – 2001. - (Coleção Questões da Nossa Época; v.14)
•LERNER, D. É possível ler na Escola. Porto Alegre: Artmed, 2002 GOSUEN, Adriano; CHAGURI, Ana Cecília (Orgs). Os Fazeres na Educação Infantil São Paulo: Cortez, 2000
•Brasil, SEF/ Ministério da Educação Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil Brasília: MEC/ SEF, 1998.
9 de agosto de 2009
Dica Literária

A Escola Com Que Sempre Sonhei
Sem Imaginar Que Pudesse Existir
Editora: PAPIRUS
8 de agosto de 2009
Agora é a vez da discalculia...

Em muitos casos o problema não está na criança, mas no professor que elabora problemas com enunciados inadequados para a idade cognitiva da criança.
Carraher afirma que:
“Vários estudos sobre o desenvolvimento da criança mostram que termos quantitativos como “mais”, “menos”, maior”, “menor” etc. são adquiridos gradativamente e, de início, são utilizados apenas no sentido absoluto de “o que tem mais”, “o que é maior” e não no sentido relativo de “ ter mais que” ou “ser maior que”. A compreensão dessas expressões como indicando uma relação ou uma comparação entre duas coisas parece depender da aquisição da capacidade de usar da lógica que é adquirida no estágio das operações concretas”...”O problema passa então a ser algo sem sentido e a solução, ao invés de ser procurada através do uso da lógica, torna-se uma questão de adivinhação” (2002, p. 72).
No entanto, em outros casos a dificuldade pode ser realmente da criança e trata-se de um distúrbio e não de preguiça como pensam muitos pais e professores desinformados.
Em geral, a dificuldade em aprender matemática pode ter várias causas.
De acordo com Johnson e Myklebust, terapeutas de crianças com desordens e fracassos em aritmética, existem alguns distúrbios que poderiam interferir nesta aprendizagem:
· Distúrbios de memória auditiva:
- A criança não consegue ouvir os enunciados que lhes são passados oralmente, sendo assim, não conseguem guardar os fatos, isto lhe incapacitaria para resolver os problemas matemáticos.
- Problemas de reorganização auditiva: a criança reconhece o número quando ouve, mas tem dificuldade de lembrar do número com rapidez.
· Distúrbios de leitura:
- Os dislexos e outras crianças com distúrbios de leitura apresentam dificuldade em ler o enunciado do problema, mas podem fazer cálculos quando o problema é lido em voz alta. É bom lembrar que os dislexos podem ser excelentes matemáticos, tendo habilidade de visualização em três dimensões, que as ajudam a assimilar conceitos, podendo resolver cálculos mentalmente mesmo sem decompor o cálculo. Podem apresentar dificuldade na leitura do problema, mas não na interpretação.
- Distúrbios de percepção visual: a criança pode trocar 6 por 9, ou 3 por 8 ou 2 por 5 por exemplo. Por não conseguirem se lembrar da aparência elas têm dificuldade em realizar cálculos.
· Distúrbios de escrita:
- Crianças com disgrafia têm dificuldade de escrever letras e números.
Estes problemas dificultam a aprendizagem da matemática, mas a discalculia impede a criança de compreender os processos matemáticos.
A discalculia é um dos transtornos de aprendizagem que causa a dificuldade na matemática. Este transtorno não é causado por deficiência mental, nem por déficits visuais ou auditivos, nem por má escolarização, por isso é importante não confundir a discalculia com os fatores citados acima.
O portador de discalculia comete erros diversos na solução de problemas verbais, nas habilidades de contagem, nas habilidades computacionais, na compreensão dos números.
2. Discalculia Practognóstica - dificuldade para enumerar, comparar e manipular objetos reais ou em imagens matematicamente.
3. Discalculia Léxica - Dificuldades na leitura de símbolos matemáticos.
4. Discalculia Gráfica - Dificuldades na escrita de símbolos matemáticos.
5. Discalculia Ideognóstica – Dificuldades em fazer operações mentais e na compreensão de conceitos matemáticos.
6. Discalculia Operacional - Dificuldades na execução de operações e cálculos numéricos.
· Visualizar conjuntos de objetos dentro de um conjunto maior;
· Conservar a quantidade: não compreendem que 1 quilo é igual a quatro pacotes de 250 gramas.
· Seqüenciar números: o que vem antes do 11 e depois do 15 – antecessor e sucessor.
· Classificar números.
· Compreender os sinais +, - , ÷, ×.
· Montar operações.
· Entender os princípios de medida.
· Lembrar as seqüências dos passos para realizar as operações matemáticas.
· Estabelecer correspondência um a um: não relaciona o número de alunos de uma sala à quantidade de carteiras.
· Contar através dos cardinais e ordinais.
Os processos cognitivos envolvidos na discalculia são:
1. Dificuldade na memória de trabalho;
2. Dificuldade de memória em tarefas não-verbais;
3. Dificuldade na soletração de não-palavras (tarefas de escrita);
4. Não há problemas fonológicos;
5. Dificuldade na memória de trabalho que implica contagem;
6. Dificuldade nas habilidades visuo-espaciais;
7. Dificuldade nas habilidades psicomotoras e perceptivo-táteis.
· Organização espacial;
· Auto-estima;
· Orientação temporal;
· Memória;
· Habilidades sociais;
· Habilidades grafomotoras;
· Linguagem/leitura;
· Impulsividade;
· Inconsistência (memorização).
Ajuda do professor:
O aluno deve ter um atendimento individualizado por parte do professor que deve evitar:
· Ressaltar as dificuldades do aluno, diferenciando-o dos demais;
· Mostrar impaciência com a dificuldade expressada pela criança ou interrompê-la várias vezes ou mesmo tentar adivinhar o que ela quer dizer completando sua fala;
· Corrigir o aluno freqüentemente diante da turma, para não o expor;
· Ignorar a criança em sua dificuldade.
Dicas para o professor:
· Não force o aluno a fazer as lições quando estiver nervoso por não ter conseguido;
· Explique a ele suas dificuldades e diga que está ali para ajudá-lo sempre que precisar;
· Proponha jogos na sala;
· Não corrija as lições com canetas vermelhas ou lápis;
· Procure usar situações concretas, nos problemas.
Ajuda do profissional:
Um psicopedagogo pode ajudar a elevar sua auto-estima valorizando suas atividades, descobrindo qual o seu processo de aprendizagem através de instrumentos que ajudarão em seu entendimento. Os jogos irão ajudar na seriação, classificação, habilidades psicomotoras, habilidades espaciais, contagem.
Recomenda-se pelo menos três sessões semanais.
O uso do computador é bastante útil, por se tratar de um objeto de interesse da criança.
O neurologista irá confirmar, através de exames apropriados, a dificuldade específica e encaminhar para tratamento. Um neuropsicologista também é importante para detectar as áreas do cérebro afetadas. O psicopedagogo, se procurado antes, pode solicitar os exames e avaliação neurológica ou neuropsicológica.
Cuidado!
As crianças, devido a uma série de fatores, tendem a não gostar da matemática, achar chata, difícil. Verifique se não é uma inadaptação ao ensino da escola, ou ao professor que pode estar causando este mal estar. Se sua criança é saudável e está se desenvolvendo normalmente em outras disciplinas não se desespere, mas é importante procurar um psicopedagogo para uma avaliação.
Muitas confundem inclusive maior-menor, mais-menos, igual-diferente, acarretando erros que poderão ser melhorados com a ajuda de um professor mais atento.

CARRAHER, Terezinha Nunes (Org.). Aprender Pensando. Petrópolis, Vozes, 2002.
GARCÍA, J. N. Manual de Dificuldades de Aprendizagem. Porto Alegre, ArtMed, 1998.
JOSÉ, Elisabete da Assunção, Coelho, Maria Teresa. Problemas de aprendizagem. São Paulo, Ática, 2002.
RISÉRIO, Taya Soledad. Definição dos transtornos de aprendizagem. Programa de (re) habilitação cognitiva e novas tecnologias da inteligência. 2003.
http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=133
7 de agosto de 2009
Datas Comemorativas do Mês Agosto
Vamos conversar sobre síndromes?
Algumas das características peculiares mais frequentemente apresentadas pelos portadores da Síndrome de Asperger são:
- Atraso na fala, mas com desenvolvimento fluente da linguagem verbal antes do 5 anos e geralmente com:
Algumas coisas são aprendidas na idade “própria”, outras cedo demais, enquanto outras só serão entendidas muito mais tarde ou somente quando ensinadas.Alguns pesquisadores acreditam que Sindrome de Asperger seja a mesma coisa que autismo de alto funcionamento, isto é, com inteligência preservada. Outros acreditam que no autismo de alto funcionamento há atraso na aquisição da fala, e na Síndrome de Asperger, não.
1 de agosto de 2009
Dica Literária

Uma história envolvente e cativante que mostra como lidar com um distúrbio de aprendizagem que atinge inúmeras crianças em fase escolar: a dislexia
Esta é a história de João, um garoto de nove anos completos, que até o semestre passado detestava ir à escola. Apesar de ser um garoto esforçado e dedicado, era reconhecido como o pior aluno da classe. Eram muitas lições para fazer, frases a serem completadas, exercícios de caligrafia e palavras–cruzadas que ele tentava resolver, mas era o único que não conseguia fazer nada disso direito. Ele não sabia o porquê, mas as letras faziam uma grande confusão na sua cabeça. Por esse motivo, João morria de vergonha de seus amigos, achava que todos o viam como um menino burro e sentia–se desmotivado para estudar. Até o dia que conheceu Tia Paula, uma psicóloga, que conseguiu entender a razão pela qual João não se dava bem com os estudos.
João, Preste Atenção! trata da dislexia, um distúrbio de aprendizagem de origem neurológica que, assim como a João, atinge numerosas outras crianças com bom nível intelectual. Essas crianças não têm a capacidade de utilizar adequadamente alguns instrumentos básicos de comunicação, como a leitura, a escrita, a interpretação de textos ou o aprendizado de uma 2ª língua, e acabam sendo desmotivadas pelo baixo desempenho na escola. O livro trata do assunto de forma didática e mostra que as crianças que sofrem de dislexia são capazes, só precisam contar com o apoio dos pais e professores e serem orientadas de maneira correta.
31 de julho de 2009
Mais atividades.... Língua Portuguesa
Esta atividade encontrei no site :
4º ano do Ensino Fundamental

Texto 5 – Informativo
Título: A Floresta Amazônica
Texto extraído da internet / CanalKids
Um imenso tapete verde formado por árvores. É assim que se vê a
Amazônia do céu.
Mas se formos chegando mais perto, mais perto e mais perto (devagarinho
para não assustar ninguém), teremos surpresas entre as árvores da floresta: ali
moram onças, macacos, araras, tucanos, tamanduás. Ali nascem plantas e flores
raras. Ali existem rios enormes, cheios de peixes.
É tanta riqueza natural que o homem ainda nem conseguiu descobrir tudo
que existe na Amazônia!
São milhões de espécies que ainda não foram catalogadas, um tesouro
único no mundo. Isso sem falar na cultura dos primeiros habitantes da floresta, os
índios, com quem não cansamos de aprender.
Além de ser um lugar exuberante, a floresta é também muito importante
para a saúde da Terra. São árvores que limpam o ar que respiramos pelo
processo da fotossíntese, em que as plantas absorvem o gás carbônico do ar e da
água para obtenção de energia, eliminando na atmosfera o oxigênio, fundamental
à vida. Dizem até que a Floresta Amazônica é o pulmão do mundo.
Ela é tão grande que ocupa pedaços de nove países: Brasil, Venezuela,
Peru, Colômbia, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa.
Atividades sugeridas
Leitura interativa
Explicar aos alunos o que é um texto informativo, descrevendo suas
características.
Procurar o verbete informativo no dicionário e ler a definição para os alunos.
Em seguida, ler de forma interativa o texto acima.
Texto coletivo / produzido em grupo
Dividir a classe em grupos e pedir aos alunos que elaborem um texto em forma de
poesia, com base no tema do texto acima.
Aproveitar a oportunidade para trabalhar com os alunos algumas regras
gramaticais, tais como:
• Sinônimo das palavras: raras, espécies, catalogadas, exuberante, fundamental,
energia, etc. Pedir que busquem no dicionário.
• Substantivos e adjetivos. Pedir que circulem, no texto, os substantivos com a
cor vermelha, e os adjetivos em azul.
• Ortografia / acentos agudo e circunflexo.
• Etc.
Pesquisa / Lista de palavras
Pedir que pesquisem em jornais e revistas palavras acentuadas. Recortar e colar
as palavras em cartolina, dividindo-as em duas colunas: uma para as com acento
agudo, e outra para as com acento circunflexo. Deixar os cartazes pendurados no
varal, ou fixados no mural da classe, por alguns dias.
Pedir aos alunos que, divididos em grupos, entrem no site do CanalKids, ou outro
site referente ao mesmo assunto, e busquem mais informações sobre a Amazônia.
Pedir para imprimir os textos que acharem mais interessantes para serem lidos de forma compartilhada na sala.
O que muda no acordo ortográfico...

*Depois Trema - desaparece em todas as palavras Antes Freqüente, lingüiça, agüentar Frequente, linguiça, aguentar Depois
*Fica o acento em nomes como Müller *Acentuação 1 -some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte)
Antes Depois
Européia, idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia,
Europeia, ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia
estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia
Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte) *Acentuação 2 -some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas Antes Depois
Baiúca, bocaiúva, feiúra
Baiuca, bocaiuva, feiura
*Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí Acentuação 3 -some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos)
Antes Depois
Crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem, vôo, enjôos
Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos
*Acentuação 4 -some o acento diferencial Antes Depois Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa Para, pela, pelo, polo, pera, coa
*Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo Acentuação 5 -some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar
Antes Depois
Averigúe, apazigúe, ele argúi, enxagúe você
Averigue, apazigue, ele argui, enxague você
*Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas
*Hífen - veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos:
*Prefixos Usa hífen Não usa hífen
Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra... *Quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual à última do prefixo: auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperalista, micro-ondas, mini-hotel *Em todos os demais casos: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom Hiper, inter, super *Quando a palavra seguinte começa com h ou com r: super-homem, inter-regional Em todos os demais casos: hiperinflação, supersônico Sub *Quando a palavra seguinte começa com b, h ou r: sub-base, sub-reino, sub-humano *Em todos os demais casos: subsecretário, subeditor Vice Sempre: vice-rei, vice-presidente Pan, circum *Quando a palavra seguinte começa com h, m, n ou vogais:pan-americano, circum-hospitalar *Em todos os demais casos: pansexual, circuncisão
25 de julho de 2009
Presente

Dica Literária

O Nó do Afeto...

Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo.Quando voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também,que isso o deixava angustiado por não ter tempopara o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo.